10 de dez. de 2010

Nunca é tarde demais....


Para as coisas importantes, nunca é tarde demais, ou no meu caso, muito cedo, para sermos quem queremos.
Não há um limite de tempo, comece quando quiser.
Você pode mudar ou não.
Não há regras.
Podemos fazer o melhor ou o pior.
Espero que você faça o melhor.
Espero que veja as coisas que a assustam.
Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes.
Espero que conheça pessoas com diferentes opiniões.
Espero que viva uma vida da qual se orgulhe.
Se você achar que não tem, espero que tenha a força para começar novamente.

A Última Música


Ambientado em uma pequena cidade praiana do sul dos EUA, Steve Miller, um pai distante, tem a chance de passar o verão com sua relutante filha adolescente Ronnie, que preferia estar em casa, em Nova York. Ele tenta se reaproximar dela por meio da única coisa que eles têm em comum − a música − em uma história sobre família, amizade, segredos e salvação.
O filme é do mesmo autor de "Querido John", "Diário de Uma Paixão" e "Um Amor para Recordar", nem é preciso dizer mais nada.... assista!

Agressores de homossexuais não têm identidade alguma - Por Arnaldo Jabor


A intolerância já passou da hora de acabar. Quem agride pessoas, seja pela sua sexualidade, etnia, religião ou classe social, deve mofar na cadeia. Infelizmente as leis de nosso belo país ainda deixam muito a desejar.

9 de dez. de 2010

Madonna Mia

-Mamãe, eu não quero voltar para a pobreza… Me tira daqui!
-David, é só uma visitinha rápida. Vou catar mais uns filhos pra gente.

-Essa lôra branca aí era aquela que cantava com a mão no meio das pernas?
-Não sei! Eu só conheço a Britney Spears.

-Alô? Brahim? Sou eu, o teu amorzinho neeeeh... hihih. Então, você quer menino ou menina? Tô vendo uns 20 aqui na minha frente...

-Não adianta esconder, crianças. Vocês vão para para Londres comigo! Eu sou a Madonna! Venha cá AGORA!

-Quero aquela lá! Aquele ali e aquele baixinho catarento! Andem! catem antes que eles sejam comidos por um bicho selvagem!

-Lurdes Maria, minha filha, a África não só tem girafas, leões e elefantes… Há muitas crianças também precisando da nossa ajuda.
-Dá pra parar de graça hoje mamãe?! Bota ele no mato denovo e vamos logo pra casa que eu quero ver o Ursinho no Pânico hoje!

-NÃO aguento mais essa mulher por aqui… Cadê meu CD da Lady Gaga?

Madame Tussauds encerando a Gaga


Finalmente Lady Gaga ganhou não uma, mas várias estátuas de cera, e será imortalizada em diversas sedes do museu Madame Tussauds. Amsterdã, Berlim, Londres, Hong Kong e Xangai receberão uma Gaga de cera no acervo.

Uma Família da Pesada


Terminei de assistir hoje a 1ª Temporada de "UMA FAMÍLIA DA PESADA" ("Family Guy"), a animação se tornou uma das séries mais vendidas em DVD nos EUA.
Criada e produzida por Seth MacFarlane, a série mostra a irreverente vida de Peter Griffin e sua nada comum família de classe média. Lois é a adorável esposa de Peter, que luta para manter o mínimo de normalidade em sua casa.
E há os três filhos deles: a adolescente de 16 anos Meg, que só pensa em fazer plástica nos lábios e conseguir um par para o baile de formatura; o garoto de 13 anos Chris, que é preguiçoso por natureza; e o pequeno Stewie, um bebê de apenas um ano com uma mente diabólica que só pensa em dominar o mundo.
E rondando a casa da família Griffin também está o cachorro falante Brian, que prefere seus martinis à sua ração para cachorros, e é o mais intelectual da família.
É hilário, assista, você vai se divetir!

Tia Dani


Ontem foi o casamento de Danielle Winits e Jonatas Faro. Eu podería fazer alguma piadinha, mas guardarei meu repertório para o divórcio.

8 de dez. de 2010

Só na Capa

Tem barriga assim pra vender? Quanto custa?

Ivete no Madison Square Garden


Mudei de opinião sobre Ivete. NUNCA me simpatizei com a cantora e muito menos com a personalidade, acho que meio que em surto resolvi comprar o DVD e o CD do show ao vivo no Madison Square Garden, e não é que me surpreendi? O show é muito bom, Ivete mostra grandes facetas e não me fez sentir vergonha de ser brasileiro.

Homossexualidade por Drauzio Varela


A HOMOSSEXUALIDADE é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare.
Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência a mulheres e a homens homossexuais. Apesar de tal constatação, esse comportamento ainda é chamado de antinatural.
Os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (leia-se Deus) criou os órgãos sexuais para a procriação; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele).
Se partirmos de princípio tão frágil, como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer e a língua para articular palavras?
Se a homossexualidade fosse apenas uma perversão humana, não seria encontrada em outros animais. Desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.
Em alguma fase da vida de virtualmente todas as espécies de pássaros, ocorrem interações homossexuais que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.
Comportamento homossexual foi documentado em fêmeas e machos de ao menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.
A homossexualidade entre primatas não humanos está fartamente documentada na literatura científica. Já em 1914, Hamilton publicou no "Journal of Animal Behaviour" um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre os machos dessas espécies. Em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.
Masturbação mútua e penetração anal estão no repertório sexual de todos os primatas já estudados, inclusive bonobos e chimpanzés, nossos parentes mais próximos.
Considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas.
Os que se sentem pessoalmente ofendidos pela existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por mero capricho. Quer dizer, num belo dia, pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas, como sou sem-vergonha, prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.
Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.
A sexualidade não admite opções, simplesmente se impõe. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.
Mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. Reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países o fazem com o racismo.
Os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais que procurem no âmago das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. Ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal aceitam a alheia com respeito e naturalidade.
Negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social.
Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser nazistas a ponto de pretender impor sua vontade aos mais esclarecidos.
Afinal, caro leitor, a menos que suas noites sejam atormentadas por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? Se o vizinho dorme com outro homem? Se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu por 30 anos?

(Extraído do Jornal A Folha de São Paulo, Coluna Ilustrada)